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sexta-feira, 4 de setembro de 2009



Diante da possibilidade da exposição, do mal que nos querem fazer,eu viajo ao mais eu profundo e misterioso, cheio de cargas pesadas, escuras de tanta fobia escondida nisso que chamamos carga emocional, desse meu eu também escondido para não mostrar fragilidade nem covardia diante de coisas, talvez que imaginamos saber, sem ao menos ter certeza somos postos a enfrentar algo que talvez esteja em nós mesmos, sem que ninguém saiba do que se trata, lutamos contra tudo e todos dentro de nós, dos medos aparentemente fúteis, das eventuais falta de esperança, do medo da solidão, de fraquejar perante o que chamamos inimigos da alma, como tudo na vida passa, e essas provas que nos são impostas ficamos atônitos e aflitos, somos invadidos por um sentimento terrível chamado solidão, ela tem me acompanhado durante um certo tempo, limitando e podando tudo dentro e fora disso que chamamos ser humano passível de todas as experiências boas e ruins, o bom disso tudo é que todas as coisas estão debaixo do tempo, até os sentimentos mais depravantes são limitados por ele, que cura, acalma e conforta nossos temores diante da vida.

Celso Andrade.

Um comentário:

Ben Hur disse...

Oi,vamos ser amigos...gostaria de desfrutar de tua companhia...seria muito interessante. Já que nosso encontro foi naquele turbilhão! Obrigado por seus textos! Um abraço!