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domingo, 4 de outubro de 2009



Fomos possuído por uma espécie de "felicidade inesperada", é isso... talvez essas sejam as palavras que preciso para explicar a matança daquela sede afetiva, que crescia ainda mais enquanto avançavam os segundos, cada hora vividas juntos, uma espécie de força cósmica vinda não sei de onde, talvez de uma galáxia chamada alma humana, nos envia naquele momento só nosso, beijos insaciáveis por bocas famintas de paixão humana, carnal, intimamente marcados por um encontro casual, que estará guardado em nossas memórias mais profundas, pois naquele momento, estavas no que chamamos de profundo conhecimento da intimidade um do outro, como tudo tem seu tempo, o nosso também foi encerrado, e aquela magia cósmica ficou em nossas memória mais sacana, luxuriamente terminamos aquele momento com um thau bem sedutor, como um convite para um próximo envolvimento corpóreo, puramente um "assassino moralista".


Celso Andrade.

Um comentário:

Robson Rogers disse...

Quente, intenso, e as vezes, triste.