
Há um espaço no coração
o qual não sei o tamanho
entre o amor e o desamor
sobra apenas uma fresta
um ligar e desligar
onde cabe tudo...
inicio, meio e fim que
um relacionamento
pode oferecer.
Vivo nesse meio termo
onde restou-me a ausência
e o silêncio abrasador
Beiro o absurdo do convívio
entre a lembrança
e o vazio no coração
soprando-lhe pó de esperança.
Celso Andrade
10 comentários:
quando eu crescer, quero escrever feito você :)
Que lindo, Celso... o poema ficou perfeito!
É vc na foto, né?
Ficou ótima também... combinou com o texto.
Viva a esperança... vamos tomar o último gole que nos resta dela.
Beijos
ô... você deixou o pedaço do meu pé rs.
Algumas vezes em que nos sentimos vazios resta-nos a busca por um sentimento bom que nos faça transbordar novamente... Parabéns pela inspiração! Abraços renovados!
Poeta Legítimo!!!
"e o vazio no coração
soprando-lhe pó de esperança."
Perfeito!
Essa esperança, ainda trará um grande amor...
Beijos
E para viver no meio termo há que se ter equilíbrio.
Belas palavras.
Abraços.
Alice.
Muito bom seu texto...a última frase arrebentou!!
[]s
Lindo o seu blog, eu adorei!
Beijosssssss
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