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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Como esquecer



Tão familiar e sempre presente,

me veio visitar aquela dor

                                                         esquecida,
aquela dor de sabor corriqueiro.

E eu sem nenhum charme,

nenhum pudor
não pude evitar me afogar em lembranças.

Não estar mais preso a nenhum laço,
nenhum detalhe perturbante me tranquiliza.


(Celso Andrade)

2 comentários:

O Impenetrável disse...

lindo poema, parabéns, bastante inspirador.

abraço.

Felicidade Clandestina disse...

preciso assistir novamente.
não esqueço de nossa sessão (: