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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

(Ouço Adriana Calcanhotto e me dá uma saudade irracional de você).

Era desumano mais acordei com uma espécie de amor-morto, é esses que nos assombram nos levam ao passado, é nessas horas que futucamos cantos, vasculhamos fotografias mesmo sem querer só pra espiar, talvez sentir um átimo daquele amor, agora estático na foto já um pouco envelhecida, faz tanto tempo e eu aqui quieto pensamento vagando passeios, idas ao cinema, as mãos dadas, o beijo na escada, o ultimo encontro- aquele que você não foi ou talvez o encontro solitário comigo mesmo daqueles que choram em plena praça da cidade segurando o celular, sem disfarçar aos passantes a dor e o abandono. O dia nessas horas passam lentamente, mais rapidamente esquecemos o morto e só nos resta um amor maduro e sensato.


(Celso Andrade)

5 comentários:

Isa disse...

Gostei demais de ler-te!

beijinho.
Isa


http://retalhosdomeuviver.blogspot.com/

Por que você faz poema? disse...

Adeus, ano novo!

Lady Salieri disse...

=D

Priscila Rôde disse...

Algum coisa sempre fica! E que seja boa sempre!

Um beijo e um feliz 2011!

JoeFather disse...

Fantástico amigo!

Abraços renovados por mais 365 dias!